No século XVII, as prisões e galés francesas eram locais de extrema miséria e crueldade. São Vicente de Paulo, nomeado capelão da marinha, dedicou-se a humanizar essas condições, envolvendo Luísa de Marillac, as Damas e as Filhas da Caridade no cuidado físico e espiritual dos prisioneiros. Com compaixão e organização, transformaram a assistência caritativa em sinal concreto de dignidade e fé cristã.













