O Tríduo Pascal é importante. É o centro da vida de todos os cristãos. A caridade, que é “infinitamente...


O Tríduo Pascal é importante. É o centro da vida de todos os cristãos. A caridade, que é “infinitamente...

A Semana Santa é o coração do ano litúrgico. Nela, a Igreja nos convida a contemplar, com profundidade e amor, os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Para nós, vicentinos, esse tempo não é apenas de memória, mas de compromisso renovado com o Cristo sofredor presente nos pobres.

Os Pequenos Irmãos da Congregação de São João Batista, fundada pelo Padre Vincent Lebbe CM em 1928, nasceu com o propósito de servir aos pobres e promover uma Igreja chinesa autônoma.
A Beata Maria Carola Cecchin dedicou sua vida ao serviço missionário e à caridade, especialmente entre os pobres e doentes no Quênia, onde trabalhou por vinte anos. Beatificada em 2022, é lembrada como um exemplo de amor cristão e de dedicação incansável ao próximo, seguindo o carisma de São Vicente de Paulo e São José Benedito Cottolengo.
Santa Agostina Pietrantoni, nascida em 1864 na Itália, dedicou sua vida ao cuidado dos doentes nos hospitais de Roma, onde enfrentou riscos e dificuldades com uma fé profunda e amor altruísta. Canonizada em 1999, ela é lembrada como santa padroeira das enfermeiras, sendo um exemplo de sacrifício e caridade cristã para todos os que servem os necessitados.
Na caminhada vicentina, jamais podemos nos esquecer do legado deixado pelos fundadores da Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP). Em 1833, em Paris (França), aqueles pioneiros – Ozanam, Bailly, Clavé, Devaux, Le Taillandier, Lallier e Lamache – receberam a...
No dia 6 de novembro, a Igreja Católica em Espanha comemora os mártires que deram a vida durante a perseguição religiosa do século XX, entre os quais dezenas de membros da Família Vicentina.
No século XVII, as prisões e galés francesas eram locais de extrema miséria e crueldade. São Vicente de Paulo, nomeado capelão da marinha, dedicou-se a humanizar essas condições, envolvendo Luísa de Marillac, as Damas e as Filhas da Caridade no cuidado físico e espiritual dos prisioneiros. Com compaixão e organização, transformaram a assistência caritativa em sinal concreto de dignidade e fé cristã.
Eu acredito no progresso dos tempos cristãos. Não me assusto com as quedas e os desvios que podem interrompê-la: as noites frias, que acompanham os dias quentes, não impedem que o verão siga seu curso e os frutos amadureçam. […] Quando os bárbaros demoliram os...
A espiritualidade de Luís Guanella pode ser entendida como uma confluência única da espiritualidade dos “santos da caridade”, como São Francisco de Assis, São Vicente de Paulo, São José Cottolengo e São João Bosco, com a espiritualidade dos “santos da contemplação mística”, representados por Santa Catarina de Sena e Santa Teresa de Ávila.
A Exortação Apostólica Dilexi te (“Eu te amei”), do Papa Leão XIV, inspira-se na herança espiritual do Papa Francisco e convida a Igreja a redescobrir o amor pelos pobres. O texto recorda que o cuidado aos necessitados é o próprio modo de amar de Deus. Chama todos à conversão, ao serviço humilde e à alegria de amar concretamente.
As “novas pobrezas” —emocionais, culturais e espirituais— exigem uma caridade criativa e inteligente inspirada em São Vicente de Paulo e Frederico Ozanam. É um convite à fé, à empatia e ao compromisso social, seguindo Mateus 25 e o apelo do Papa Francisco a um amor transformador.