A situação das pessoas sem-abrigo é um dos sinais mais claros e dolorosos das fraturas da sociedade moderna. Em meio a habitações de luxo, ao crescimento financeiro e ao progresso tecnológico, milhões de pessoas continuam a dormir nos passeios, em abrigos ou em alojamentos temporários inseguros. Cada uma delas é uma pessoa com feridas, medos, memórias e esperanças, e a sua situação reflete exclusão, trauma, abandono e falhas sistémicas.

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